Grupo de cientistas trabalha em soro para tratamento do vírus zika - IMEB

Grupo de cientistas trabalha em soro para tratamento do vírus zika

Foram 20 anos de pesquisa neste laboratório na França, que culminaram num anúncio feito na segunda passada. Pela primeira vez, os brasileiros poderão se vacinar contra a dengue.

A doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti é uma epidemia por aqui desde os anos 80. São 4 tipos diferentes de vírus.

“Nós produzimos vacina contra dengue 1, dengue 2, dengue 3 e dengue 4 e combinamos em uma só vacina, então é uma vacina tetravalente que vai conferir proteção contra os quatro tipos de vírus.” Diz a diretora médica da farmacêutica, Lúcia Ferro Bricks.

A vacina entra na corrente sanguínea e ativa nossas células de defesa do corpo, elas produzem anticorpos contra a dengue. Quando o mosquito pica e infecta a pessoa vacinada, estes anticorpos reconhecem o invasor e destroem o vírus.

A vacina será dada em 3 doses: uma a cada 6 meses. Mais só poderá ser tomada pessoas entre 9 e 45 anos.  A doutora Lúcia é diretora da empresa que criou o remédio.

PERGUNTAS FREQUENTES:

  • A pessoa acabou de fazer 46 anos, ela pode tomar a vacina?

Não. A vacina foi licenciada para a faixa etária de 9 até 45 anos. Entretanto, é importante que a população saiba que quanto menor o número de pessoas contaminadas pelo mosquito, menor é o risco de você transmitir para as outras pessoas.

  • Se a pessoa já estiver com dengue, pode tomar a vacina?

Se tiver com febre e mal estar não pode tomar.

  • A pessoa já teve dengue, ela pode tomar a vacina?

Não só pode como deve. Se a pessoa já teve no passado, indica que ele está exposto realmente ao mosquito. Ele pode ter tido dengue tipo 1, 2 ou 3; mas continua exposto aos outros tipos.

  • Caso a mulher esteja grávida, pode tomar a vacina?

Não. Gestantes não podem tomar de jeito nenhum.

  • A vacina contra dengue vai ser distribuída na rede pública?

Isso quem define não é o produtor mais sim a autoridade de saúde

A adoção pelo SUS depende de uma análise da CONITEC do Ministério da Saúde que vai analisar o custo-benefício.

Por: Dr. Renato Barra / Categoria: Destaque Notícias

4 de janeiro de 2016

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