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Quais os sintomas da diabetes alta ou baixa?

Quais os sintomas da diabetes alta ou baixa

Para manter-se equilibrado e saudável, nosso organismo depende de algumas substâncias que devem estar presentes em níveis adequados. E uma das mais importantes para o funcionamento de diversos sistemas do corpo é a insulina. Alterações nos níveis desse hormônio produzido pelo pâncreas são a origem dos sintomas popularmente conhecidos como diabetes alta ou baixa.

Segundo os médicos, o termo correto seria glicemia alta ou baixa, que nada mais é que o nível de açúcar no sangue. E são as alterações nos níveis da glicemia as responsáveis pelos quadros de diabetes (nível de açúcar alto) e de hipoglicemia (nível de açúcar baixo). 

O diabetes (ou hiperglicemia) está relacionado a uma baixa capacidade do organismo de levar para dentro das células a glicose (açúcar) presente no sangue, o que faz com que esses níveis se mantenham altos na corrente sanguínea.

Já no caso da hipoglicemia, é o efeito contrário. A glicose é absorvida muito rapidamente, fazendo com que os níveis de açúcar no sangue caiam bruscamente. Ambos os casos causam problemas e exigem atenção, pois colocam sua saúde em risco.

No artigo de hoje você conhece alguns sinais que servem de alerta para a glicemia desregulada e quais os riscos de não tratar.

Principais sintomas da glicemia alta ou baixa

Glicemia alta

Como dissemos no início, as taxas de açúcar no sangue são reguladas pela insulina, um hormônio produzido no pâncreas e que facilita a absorção da glicose pelas células.

Caso a produção de insulina não seja suficiente ou o consumo de carboidratos pelo indivíduo seja elevado e frequente, esse processo fica prejudicado, o nível de glicose circulando na corrente sanguínea se mantém alto, podendo surgir os sintomas do diabetes.

Há dois tipos possíveis de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2. E a definição do tipo está ligada à origem do problema.

Diabetes tipo 1:

Neste caso, o problema é causado por uma baixa capacidade (ou total incapacidade) do pâncreas de produzir insulina, o que dificulta o processo de levar o açúcar do sangue para dentro das células.

Neste caso, o problema surge logo na infância ou adolescência, e a pessoa depende das famosas injeções de insulina para manter-se bem.

Diabetes tipo 2:

Neste caso, ocorre uma resistência das células à ação da insulina, causando o mesmo efeito do tipo 1. Trata-se de um quadro desenvolvido ao longo da vida, relacionado principalmente ao sedentarismo, obesidade e maus hábitos alimentares.

Tanto no tipo 1 quanto no tipo 2, os sintomas mais comuns são:

  • perda de peso;
  • enurese noturna (perda de urina enquanto dorme);
  • náuseas e vômitos;
  • alterações do nível de consciência;
  • sede excessiva;
  • formigamento;
  • visão turva;
  • fraqueza;
  • cansaço;
  • infecções de pele e na vagina.

Podemos citar ainda o quadro conhecido como diabetes gestacional, apresentado por mulheres grávidas, que é provocado geralmente pelo aumento de peso apresentado pela mulher durante a gestação. Este quadro costuma ser temporário.

Tanto o diabetes tipo 1 quanto o tipo 2 costumam ser tratados com injeções de insulina, medicamentos, mudanças nos hábitos alimentares e a prática regular de atividades físicas. Mas a indicação do melhor tratamento será definido caso a caso.

 

Glicemia baixa

Já a hipoglicemia é o contrário do diabetes, ou seja, muita glicose nas células e pouca glicose circulando no sangue.

Esse problema é comum entre pacientes diabéticos devido às oscilações da glicemia, pelo uso incorreto da insulina, podendo ser causado também por insuficiência do fígado, câncer de pâncreas, consumo elevado de bebidas alcoólicas, atividades físicas em jejum, entre outros motivos.

Os sintomas costumam ser mal-estar, tontura e palidez, sendo, muitas vezes, confundida com pressão baixa.

Se não for tomada nenhuma providência para repor a glicose no organismo, os sintomas podem evoluir para:

  • confusão mental;
  • tremores;
  • suor e calafrios;
  • taquicardia;
  • sonolência;
  • perda de coordenação motora;
  • dificuldade de concentração.

Limites da glicose no sangue

O exame de glicose identifica a quantidade de açúcar circulando em nosso sangue e contribui para o diagnóstico de problemas como a diabetes.

Veja, a seguir, o que os resultados apontam:

  • Menos de 30 mg/dL: hipoglicemia grave.
  • De 31 a 70 mg/dL: hipoglicemia leve.
  • De 70 a 100 mg/dL: níveis normais.
  • De 100 a 120 mg/dL: pré-diabetes.
  • Acima de 120 mg/dL: diabetes.

Complicações do diabetes

O excesso ou a falta de açúcar no organismo pode levar a várias complicações e, por isso, o diagnóstico precoce é fundamental para prevenir ou minimizar os riscos. Como explicamos acima, em certos casos, os sinais podem ser bem sutis, então, mantenha o hábito de verificar sua glicemia, sem esperar que os sintomas se manifestem.

A glicemia alta não tratada pode afetar o funcionamento de todo o corpo e deixar o paciente mais propenso a problemas como:

  • catarata e glaucoma;
  • doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC);
  • complicações renais;
  • fluxo sanguíneo reduzido e neuropatia periférica, causando danos às pernas e aos pés;
  • problemas nos dentes e gengivas pelo aumento de bactérias na boca.

Já no caso da glicemia baixa, problemas como arritmia cardíaca, perda da consciência, convulsões e lesões cerebrais estão entre os danos mais sérios. Além disso, em função de possíveis desmaios, o paciente também corre o risco de danos relacionados às quedas.

Glicose sob controle

Como você viu neste artigo, manter as taxas de glicemia dentro dos limites considerados normais é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Por isso, é preciso estar atento aos sintomas da glicemia alta ou baixa, já que ambas comprometem seriamente a nossa saúde.

A verificação dos níveis de açúcar no sangue é a única forma segura de garantir que a glicose em nosso sangue não está oscilando para mais ou para menos, então, inclua em seu check-up anual o exame de glicemia e converse com seu médico, caso sinta algum dos sintomas descritos acima.

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