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Isquemia miocárdica: o que você precisa saber sobre saúde cardíaca
Por: Dr. Renato Barra

Isquemia miocárdica: o que você precisa saber sobre saúde cardíaca

A saúde do coração é um tema que merece atenção, pois problemas cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo.

Um dos quadros mais preocupantes é a isquemia miocárdica, que ocorre quando o músculo do coração não recebe sangue e oxigênio suficiente para funcionar de maneira correta, o que pode levar a complicações graves e potencialmente fatais, como o infarto. 

Neste artigo, você vai entender o que é a isquemia miocárdica, suas principais causas, sintomas e como os exames de imagem ajudam no diagnóstico precoce e prevenção.

O que é a isquemia miocárdica e por que é perigosa?

A isquemia miocárdica acontece quando o fluxo de sangue para o músculo do coração (miocárdio) é reduzido, o que impede o órgão de receber oxigênio suficiente. 

Na maioria das vezes, a diminuição do fluxo sanguíneo ocorre devido ao acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias, um processo chamado aterosclerose.

Imagine uma mangueira de jardim que leva água para uma planta. Se a mangueira estiver parcialmente entupida, a quantidade de água que chega à planta será menor, fazendo com que ela murche e enfraqueça.

Da mesma forma, quando as artérias estão obstruídas, o coração não recebe oxigênio suficiente, o que pode levar a dores no peito (angina) ou até mesmo danos permanentes ao músculo cardíaco, como no infarto.

O grande perigo da isquemia miocárdica é que ela pode se desenvolver de forma silenciosa, ou seja, sem causar sintomas evidentes no início. 

Em casos mais graves, a isquemia pode resultar em arritmias cardíacas ou insuficiência cardíaca, condições que impactam a qualidade de vida e aumentam o risco de morte súbita.

Por isso, é essencial conhecer os fatores de risco e realizar exames preventivos para identificar o problema antes que ele cause danos irreversíveis.

Principais causas e fatores de risco

Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da isquemia miocárdica, principalmente condições que afetam a circulação sanguínea.

Alguns deles estão relacionados ao estilo de vida, enquanto outros envolvem predisposição genética

Veja as principais causas e fatores de risco para o problema:

  • Hipertensão arterial (pressão alta): A pressão elevada continuamente sobrecarrega o coração e danifica as artérias.
  • Colesterol alto: O excesso de colesterol ruim (LDL) contribui para o acúmulo de placas de gordura nas artérias.
  • Diabetes: Altos níveis de glicose no sangue podem lesionar os vasos sanguíneos e aumentar o risco de isquemia.
  • Tabagismo: fumar reduz o oxigênio no sangue e acelera o processo de obstrução das artérias.
  • Sedentarismo: A falta de atividade física enfraquece o coração e favorece o acúmulo de gordura.
  • Obesidade:  o excesso de peso está associado a fatores como diabetes, hipertensão e colesterol alto, que se não tratados causam impactos negativos na saúde cardiovascular. 
  • Estresse e ansiedade: Podem levar ao aumento da pressão arterial e desencadear problemas cardíacos.
  • Histórico familiar: Se há casos de doenças cardíacas na família, o risco de isquemia miocárdica é maior. 

Como vimos, a maioria desses fatores de risco está relacionada ao estilo de vida

Dessa forma, pequenas mudanças nos hábitos diários, como manter uma alimentação saudável, praticar exercícios regularmente e controlar o estresse, podem reduzir de maneira significativa o risco de isquemia miocárdica.

Veja também: Nefrite: causas, sintomas e tratamentos

Sintomas da isquemia miocárdica: atenção aos sinais silenciosos

Muitas pessoas associam problemas cardíacos apenas à dor no peito, mas, em muitos casos, os sintomas da isquemia miocárdica são sutis e podem ser confundidos com cansaço comum.

Por isso, é importante estar atento a todos os possíveis sinais da isquemia, como:

  1. Dor ou desconforto no peito : Sensação de aperto ou queimação no peito, que pode irradiar para o braço, ombro ou mandíbula.
  2. Falta de ar: Dificuldade para respirar mesmo em atividades leves, como subir escadas.
  3. Fadiga constante: Sensação de cansaço excessivo sem explicação aparente.
  4. Palpitações: Sensação de batimentos cardíacos irregulares ou acelerados.
  5. Tontura e desmaios: Sensação de fraqueza repentina, que pode indicar redução do fluxo sanguíneo para o cérebro.
  6. Náusea e suor frio: Algumas pessoas experimentam sintomas semelhantes a uma indigestão ou ansiedade intensa.

É fundamental esclarecer que nem sempre a isquemia miocárdica apresenta sintomas evidentes. Em alguns casos, ela só é identificada por meio de exames de rotina, o que reforça a importância de check-ups regulares.

No entanto, se você sentir algum dos sintomas relatados acima, procure um médico imediatamente. O diagnóstico precoce pode evitar complicações graves.

Exames de imagem no diagnóstico da isquemia

Para detectar a isquemia miocárdica, médicos utilizam diversos exames de imagem que ajudam a avaliar a saúde do coração e identificar problemas no funcionamento do órgão e na circulação.

Entre os principais exames utilizados, está o eletrocardiograma, que registra a atividade elétrica do coração e pode indicar alterações sugestivas de isquemia.

Outro procedimento muito comum é o teste ergométrico, também chamado de teste de esforço, utilizado para avaliar como o coração responde ao esforço físico.

Quando há necessidade de exames mais detalhados, o ecocardiograma costuma ser solicitado, pois faz uso do ultrassom para visualizar o funcionamento do coração e identificar possíveis alterações estruturais.

Assim como a cintilografia miocárdica, que analisa o fluxo sanguíneo no músculo cardíaco e pode detectar áreas afetadas pela isquemia, e a angiografia coronária, um exame ainda mais detalhado que utiliza um contraste para visualizar as artérias coronárias e identificar possíveis obstruções.

Cada um desses exames tem um papel fundamental no diagnóstico da isquemia miocárdica, ajudando os médicos a determinar a melhor abordagem terapêutica para cada paciente.

Prevenção e controle: o papel dos exames regulares

Prevenir a isquemia miocárdica é muito mais fácil do que tratar suas consequências. Algumas atitudes simples podem fazer toda a diferença para manter o coração saudável.

Uma das principais é manter uma alimentação saudável, através da ingestão de frutas, verduras e grãos integrais. No mesmo sentido, é fundamental evitar alimentos ultraprocessados, ricos em gordura e açúcar.

Outra medida importante é a realização de exercícios físicos regulares, como caminhadas diárias, musculação ou outras atividades melhoram a circulação e fortalecem o coração.

O controle frequente da pressão arterial e do colesterol também é essencial para reduzir o risco de doenças cardíacas, assim como parar de fumar, já que o tabagismo é um dos principais vilões da saúde cardiovascular.

Também é necessário gerenciar o estresse, seja por meio de práticas como meditação e yoga, ou através de atividades de lazer com família e amigos, que ajudam a manter a pressão sob controle.

Além disso, passar por consultas regulares com um cardiologista e realizar os exames de imagem solicitados é fundamental para identificar qualquer alteração no coração antes que se torne um problema grave.

Se você tem algum fator de risco ou deseja monitorar sua saúde cardíaca, procure seu médico e realize os exames necessários. 

No IMEB, você encontra tecnologia avançada e profissionais especializados para cuidar do seu coração com precisão e segurança.

Não espere os sintomas aparecerem. Cuide da sua saúde e previna a isquemia miocárdica com exames regulares!

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