O Pristina utiliza a tecnologia da Tomossíntese Mamária, que permite uma mamografia digital com cortes de vários ângulos, proporcionando um diagnóstico ainda mais preciso na identificação de tumores malignos.
O aparelho, recém lançado no Brasil, tem como principal diferencial um sofisticado sistema de compressão mamária, oferecendo a possibilidade da paciente fazer a compressão na própria mama, através de um controle remoto sem fio, participando ativamente do procedimento.
A primeira instituição a testar o Pristina foi o Centre de Sénologie et d’Echografie, na França. Em estudo com 100 pacientes os resultados foram os seguintes:
– 60% das pacientes optam pela autocompressão;
– 88% das pacientes fizeram uma melhor avaliação do exame em relação a experiências anteriores;
– 80% das pacientes afirmaram que isso se deu por causa da possibilidade de controlar a compressão da mama.
Segundo estudos divulgados pela GE Healthcare, a utilização deste tipo de aparelho possibilita:
– Redução da radiação do exame em 39%;
– Aumento da detecção de um câncer precoce em 50%;
– Evita a chance de submeter as pacientes a biópsias desnecessárias entre 15 e 30%.
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✏️ Escrito e revisado por Dr. Renato Barra
Médico Especialista em Medicina Nuclear | CRM 14838 DF | RQE 11390
📅 Última revisão pelo autor: 12/05/2026 • Ver perfil no Doctoralia ↗
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