Terapia com radioisótopo: o que você precisa saber sobre o tratamento!

Terapia com radioisótopo: o que você precisa saber sobre o tratamento!

A terapia molecular – outro nome para a terapia com radioisótopos – tem representado uma verdadeira revolução no tratamento de diversos tipos de câncer.

Nessa abordagem, podem ser usados diferentes tipos de substâncias – conhecidas como radiofármacos – capazes de identificar células cancerígenas e destruí-las, de forma muito mais precisa, trazendo mais eficiência ao tratamento e menos efeitos colaterais aos pacientes.

Neste artigo você vai saber um pouco mais sobre a terapia com radioisótopo e todas as suas vantagens no tratamento contra o câncer.

Acompanhe!

Entendendo a terapia com radioisótopo

É possível que você encontre diferentes menções a esse tipo de tratamento, como terapia com radioisótopo, radioterapia molecular ou ainda como terapia molecular dirigida por radionuclídeo.

Apesar dos diferentes nomes, todos se referem ao tratamento que consiste em administrar um radiofármaco – substância com propriedades radioativas – capaz de se dirigir até o local do tumor, identificar especificamente as células defeituosas e agir sobre elas, na tentativa de destruí-las.

A grande vantagem desse tipo de abordagem é que, ao se identificar com mais precisão as células tumorais, é possível preservar muito mais as células saudáveis do paciente, trazendo menos efeitos colaterais para ele; infelizmente tão comuns em tratamentos de câncer.

Esse tipo de tratamento é muitas vezes referido como “terapia direcionada”, já que permite que os radiofármacos usados possam ser adaptados tanto às características do tumor quanto do próprio paciente.

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Como é feito o tratamento?

A terapia com radioisótopo se utiliza dos princípios da Medicina Nuclear para realizar tratamentos com uso de medicações com propriedades radioativas (radiofármacos) em tumores, buscando eliminar apenas tecidos afetados pelo câncer, preservando ao máximo as células saudáveis.

A forma de administrar esses medicamentos pode ser por via intravenosa, via oral, via intracavitária (administrado diretamente na região afetada) e mesmo por inalação.

Os radiofármacos agem por meio da energia que seus radioisótopos liberam. Ao chegar ao local-alvo da radiação, essa substância emite partículas alfa ou beta, que liberam uma quantidade maior de energia para destruir as células doentes.

Um dos grandes diferenciais desse tipo de terapia é que existem hoje diversos tipos de radiofármacos, o que permite tratar diferentes tipos de câncer, adequando a substância ao tipo específico de tumor, seja de próstata, fígado, ossos, cérebro, entre outros.

Na maioria dos casos, o procedimento não causa dor no paciente nem exige que ele seja internado. Já a radiação presente no radiofármaco é rapidamente eliminada do organismo, pela urina, nos dias seguintes ao tratamento.

Não há uma quantidade padrão de sessões, o que vai depender de cada caso e da avaliação da equipe médica. 

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Onde fazer terapia com radioisótopo

É fundamental realizar a terapia com radioisótopo em um local que seja referência nesse tipo de tratamento e possua estrutura adequada para receber o paciente.

O IMEB possui uma Unidade de Terapia Radioisotópica (UTR) – chamada “suíte terapêutica” – em ambiente fora de instalações hospitalares e devidamente licenciada. 

A UTR do IMEB conta com 3 suítes totalmente equipadas para o máximo conforto e segurança do paciente.

Sendo um centro de referência em diagnóstico e terapia com radioisótopos na região Centro Oeste, o IMEB oferece ao seu paciente tratamento humanizado, profissionais treinados e qualificados para este tipo de terapia, enfermagem e médico nuclear, além da redução de riscos de infecções hospitalares.

Se você está em Brasília ou Entorno, entre em contato conosco e faça seu pré-agendamento!

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Por: Dr. Renato Barra / Categoria: tratamentos

25 de março de 2022

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