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Como funciona o exame PET/CT?

Como funciona o exame PET/CT?

Considerada atualmente um dos mais modernos exames de imagem, a Tomografia por Emissão de Pósitrons, conhecida como PET/CT ou PET Scan, é uma das principais ferramentas para o diagnóstico de doenças como o câncer. A partir de sua alta tecnologia, esse exame tem guiado muitos médicos com informações completas, que auxiliam, não só na identificação precoce da doença, como na obtenção de detalhes que podem ser fundamentais à qualidade de vida do paciente.

Essa é apenas uma das vantagens do PET/CT, que tem se tornado um grande aliado de médicos e pacientes. Para saber mais sobre como funciona o exame, siga a leitura deste artigo e tire suas dúvidas.

Preparo para o exame

O PET/CT é indolor, não invasivo e sem riscos para o paciente. No entanto, para garantir sua eficiência, o médico pode solicitar alguns cuidados na véspera e no dia de realização do exame

Diabéticos, por exemplo, devem ter atenção especial ao controle dos níveis de açúcar e de insulina no sangue, enquanto fumantes devem evitar o cigarro no dia anterior ao exame. Já quem faz uso de alguma medicação só deve suspendê-la se houver orientação médica para isso.

Na véspera do exame, a recomendação é evitar o consumo de carnes e derivados, queijo, legumes, ovos, carboidratos e açúcares. Adultos e crianças acima de 5 anos devem fazer jejum de 5 horas; para menores de 5 anos, o médico deve informar o período de jejum.

Veja, a seguir, algumas recomendações para o dia de realização do PET/CT:

  • Apresentar os resultados de exames anteriores, como tomografia, ressonância magnética e biópsias;
  • Não usar celular na sala de exames e de repouso;
  • Beber bastante água;
  • Não mascar chiclete;
  • Não usar acessórios ou roupas com metal.

Como as doses de radiação no PET/CT são baixas e o material radioativo permanece por pouco tempo no organismo, não há restrições para o paciente após a realização do exame.

 

Como funciona o exame PET/CT?

Combinando técnicas da Medicina Nuclear e da Radiologia, o PET/CT une em uma única imagem informações metabólicas e anatômicas do organismo, o que permite avaliar, por exemplo, a atividade de lesões causadas por tumores e perceber alterações antes mesmo de se manifestarem fisicamente. Em comparação, exames como tomografia computadorizada e ressonância magnética conseguem identificar essas lesões apenas quando já afetaram a anatomia do organismo.

Para a realização do exame, é feita uma injeção de glicose com um material radioativo. Esse material vai se espalhar pelo corpo do paciente e concentrar-se em maior quantidade em locais com metabolismo mais intenso e maior consumo de glicose.

Cerca de uma hora após a injeção, inicia a tomografia computadorizada, que capta imagens de todo o corpo, durante 35 minutos, aproximadamente. A alta sensibilidade do PET/CT identifica sinais transmitidos pelo composto radioativo e os transforma em imagens que vão mostrar, em cor vermelha, as áreas com metabolismo intensificado, alertando o médico para alterações como um possível tumor.

 

Indicações do PET/CT

Geralmente, o médico solicita o PET/CT quando há uma grande suspeita de câncer ou para pacientes que já têm o diagnóstico. Dessa forma, o exame é útil não só para confirmar ou descartar a doença, mas também para acompanhar sua evolução. Além disso, pode ser solicitado para reavaliação, em casos de pacientes curados, para verificar se o tumor foi totalmente eliminado ou se há chances de retornar.

Entre os tipos de tumor identificados com mais precisão pelo exame, estão:

  • Linfoma;
  • Câncer colorretal;
  • Câncer de pulmão;
  • Nódulo pulmonar;
  • Câncer de mama;
  • Melanoma;
  • Câncer de cabeça e pescoço;
  • Câncer de esôfago.

Uso para identificação de doenças psiquiátricas e cardíacas

Apesar de sua indicação estar mais frequentemente ligada ao diagnóstico de tumores, o PET/CT também é utilizado para identificar doenças psiquiátricas e cardíacas. Ao analisar a atividade metabólica do cérebro, o exame permite o diagnóstico de Alzheimer e focos de epilepsia, por exemplo. Já na cardiologia, pode contribuir em casos como viabilidade miocárdica e doenças inflamatórias do coração.

  • Para saber mais sobre saúde cardíaca, assista ao vídeo do Dr. Renato Barra, médico do Imeb:

Como a glicose radioativa utilizada no exame não causa efeitos colaterais, o PET/CT também pode ser realizado por pacientes diabéticos, mas deve ser evitado na gravidez e realizado com restrições se a mulher estiver amamentando.

 

 

Aliado do paciente oncológico

Como já apontado, o PET/CT tem sido um grande aliado de médicos e pacientes no tratamento do câncer, devido a sua capacidade de mostrar, com precisão, o local do tumor e como a doença está afetando o organismo.

Com base nessas informações, o médico pode definir com mais eficiência e segurança qual a melhor forma de tratar o paciente, seja por radioterapia, quimioterapia ou uma cirurgia. Portanto, mesmo que o diagnóstico cause um choque inicial, tecnologias como o PET/CT, aliadas ao avanço do entendimento sobre o câncer e à qualificação profissional, têm sido um suporte importante no tratamento e até na cura de alguns tipos de tumores.

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Caso seu médico tenha solicitado o PET/CT, entre em contato com o IMEB para realização do exame o quanto antes. Para sua maior comodidade, oferecemos a opção de agendamento on-line. Acesse o link abaixo e marque seu exame:

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