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Suplementação nutricional na menopausa: como é feita e quando é indicada

Suplementação nutricional na menopausa

Durante o climatério (menopausa), as mulheres passam por diversas mudanças, tanto físicas quanto hormonais, e até mesmo emocionais. Essas alterações ocorrem porque, nessa fase, o organismo feminino reduz consideravelmente a produção de certos hormônios, como estrogênio e progesterona.

Além dos tratamentos propostos pelo ginecologista e/ou endocrinologista, inclusive com a possível reposição desses hormônios, pode ser necessária também fazer uma suplementação nutricional na menopausa, para reposição de alguns nutrientes importantes, como o cálcio, o ômega 3 e a vitamina D.

Essa suplementação visa aliviar alguns dos sintomas típicos do período, como as ondas de calor, alterações de humor, redução da libido, entre outros.

É também importante na prevenção de doenças, como osteoporose e diabetes, que são frequentes em mulheres no período da menopausa.  

Quando é indicada a suplementação nutricional na menopausa?

Ao contrário do que costumamos ouvir, esse período de maior incômodo e sintomas das mulheres é conhecido como climatério, e ocorre geralmente entre os 45 e 55 anos. Já a menopausa é o momento em que a menstruação deixa de ocorrer.

Os sintomas são variados e compreendem diversos aspectos, tanto físicos quanto emocionais. Confira os principais:

  • Ondas de calor repentinas.
  • Suores noturnos intensos.
  • Insônia.
  • Cansaço frequente.
  • Alterações de humor.
  • Ressecamento vaginal.
  • Diminuição do desejo sexual.
  • Pele seca e sem brilho.
  • Queda de cabelo.
  • Distribuição irregular da gordura, com maior concentração na região abdominal.
  • Depressão.

Todos esses sinais e sintomas são causados pela diminuição da produção de hormônios e redução da capacidade de absorção de vitaminas e minerais, durante essa fase da vida reprodutiva da mulher.

Dessa maneira, uma suplementação nutricional pode ser importante para melhorar os níveis de certos nutrientes no organismo e combater estes e outros sintomas.

A compensação desses nutrientes também é indicada no período pós-menopausa, quando aumentam os riscos de se desenvolver certas condições de saúde, como osteoporose, diabetes, alterações nas mamas (cistos ou tumores), entre outras.

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Como é feita a suplementação nutricional?

Ao chegar à menopausa, é importante que a mulher seja devidamente orientada e acompanhada por um profissional especializado, para que ela possa atravessar esse período com a máxima qualidade de vida.

Entre essas orientações está, sem dúvida, a questão alimentar e a suplementação de certos nutrientes. 

Conheça algumas substâncias comprovadamente eficientes para atenuar os sintomas da menopausa e reduzir as chances de outros problemas:

Cálcio

O cálcio é um mineral muito importante para o fortalecimento dos ossos, atuando assim na prevenção à osteoporose, com maior probabilidade de ocorrer em mulheres após a menopausa.

Esse mineral é facilmente encontrado no leite e seus derivados, e em vegetais verde-escuros, como brócolis e espinafre. Caso a necessidade de suplementação desse mineral seja maior, pode ser consumido também em forma de comprimidos por via oral.

Fitoestrogênios

Os fitoestrogênios são fundamentais durante a menopausa. Trata-se de substâncias naturais que imitam os efeitos do estrogênio no organismo feminino, que é um dos hormônios que reduzem de produção, comprometendo a saúde da mulher.

Por esse motivo, alimentos ricos em fitoestrogênio ajudam no alívio dos sintomas da menopausa, por exemplo, as oleaginosas, a soja e seus derivados, o feijão, o alho, entre outros.

Ômega-3

O ômega-3 pertence ao grupo das chamadas “gorduras boas”. Trata-se de um ácido graxo com efeitos anti-inflamatórios, trazendo alívio de dores e contribuindo para a prevenção de doenças cardiovasculares, o câncer de mama e a depressão.

Esse nutriente é encontrado em alimentos como salmão, sardinha, óleo de linhaça e azeite de oliva, podendo ser consumido também através de cápsulas.

Polifenóis

Chocolate amargo, vinho tinto e café – todos esses são alimentos são fonte de polifenóis, um micronutriente com efeito antioxidante e anti-inflamatório.

Essa substância também ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares, além de combater o diabetes e o envelhecimento precoce.

Vitamina D

A principal função da vitamina D é ajudar o organismo na absorção do cálcio. 

Visto hoje como um tipo de hormônio, esse nutriente pode ser obtido em alimentos como frutos-do-mar, óleo de fígado de peixe, leite e derivados.

Além da alimentação, a exposição ao sol é a melhor forma de estimular a produção de vitamina D pelo organismo. No entanto, a melhor forma para aproveitar esse benefício é expondo a maior área corporal possível – costas e barriga – nos períodos de sol mais forte, sem proteção, por cerca de 10-15 minutos.

Pode parecer estranha essa orientação, mas a explicação para isso é que os raios ultravioleta – abundantes nesses horários – são o maior estímulo à produção de vitamina D. Mas é importante não exagerar nesse tempo de exposição.

Vitamina E

Indispensável para o alívio dos diversos sintomas da menopausa, a vitamina E pode ser encontrada em vários alimentos, sendo a maior parte de origem vegetal, como oleaginosas, óleos vegetais e em algumas sementes.

Esse nutriente contribui como prevenção ao ganho de peso e à depressão, além de melhorar a aparência da pele e ajudar a combater o envelhecimento precoce.

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Suplementação nutricional, acompanhamento e exames!

A menopausa é um período natural da vida de toda mulher. Porém, a intensidade dos sintomas e o prejuízo à qualidade de vida podem ser minimizados com o acompanhamento médico adequado, a realização de exames e a adoção dos devidos cuidados.

E um desses cuidados, sem dúvida, é suplementação nutricional na menopausa. Pode não ser possível obter as quantidades necessárias desses nutrientes, somente através da alimentação. Nesses casos, pode ser necessária a reposição também através de suplementos vitamínicos específicos. Nesse caso, a orientação médica ou do nutricionista é indispensável.

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