Variante ômicron: quais os riscos reais e como se proteger - IMEB

Variante ômicron: quais os riscos reais e como se proteger

A pandemia da covid-19 está presente nas nossas vidas desde março de 2020 e, durante esse tempo, temos percebido que a capacidade do Sars-Cov-2 (vírus da Covid-19) se adaptar é grande. Por isso, nesse período já enfrentamos algumas variantes, como a alfa, beta, gama e a delta.

E, dessa vez, é a variante ômicron que está predominando!

A ômicron é caracterizada por ser altamente transmissível e com grande potencial de mutação. Por isso, a vacina e as medidas protetivas são fundamentais para combater essa nova cepa.

Neste artigo, você vai descobrir quais são os riscos reais da variante ômicron e como proteger você e sua família.

Acompanhe!

O que é uma variante virológica?

Uma variante virológica é a nova versão de um mesmo vírus, que surge quando esse determinado vírus começa a sofrer mutações, um processo natural e evolutivo, que acontece quando ele precisa se adaptar ao ambiente para sobreviver.

Quando invade uma célula, o vírus entrega seu material genético (RNA) a estruturas chamadas ribossomos, que fazem cópias do vírus. Cada vez que isso acontece, existe a chance de ocorrer erros na réplica. Essas modificações podem fornecer vantagens ao vírus, que ao ser passado adiante, é reproduzido já com essas alterações, tornando-se uma variante.

No caso do Sars-Cov-2 (nome técnico do coronavírus), ao menos 5 variantes já foram identificadas: alfa, beta, gama, delta e ômicron.

A utilização de letras do alfabeto grego para nomeá-las foi uma escolha da Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem o intuito de facilitar a comunicação, a notificação de casos e a redução dos preconceitos, já que, antes, eram usados os nomes da região onde a variante surgiu.

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O que torna a variante ômicron tão perigosa?

A variante ômicron foi detectada pela primeira vez na África do Sul, em novembro de 2021, e os primeiros estudos feitos já trouxeram a boa notícia de que os adultos infectados com a ômicron tinham 29% menos probabilidade de hospitalização.

Apesar de causar menos internações por sintomas graves, a variante ômicron se mostra muito perigosa, por ser extremamente contagiosa e com grande número de mutações; cerca de 4 vezes mais que a variante delta, segundo um estudo feito na Dinamarca.

Além disso, a nova variante é mais eficaz em escapar da cobertura das vacinas disponíveis hoje.

Sendo assim, a ômicron tem se mostrado mais perigosa para quem não está com o esquema vacinal completo ou (mais ainda) quem não se vacinou, podendo levar a complicações e até necessidade de internação em UTI.

Para aqueles que estão com a vacinação em dia, na maioria dos casos a ômicron tem causado sintomas parecidos com os de um resfriado, como dor de garganta, coriza e dor de cabeça.

Apesar disso, a alta taxa de transmissão dessa variante tem levado a superlotação de hospitais, o que prejudica todo o sistema hospitalar.

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Como se proteger?

Hoje (início de 2022), a variante ômicron é responsável por mais de 58% dos casos de Covid-19 registrados no Brasil.

Segundo os especialistas, as formas mais eficazes de se proteger contra a infecção por essa versão do vírus continuam as mesmas: esquema vacinal completo e manutenção dos cuidados preventivos.

Entre essas medidas protetivas, a principal é o uso correto de máscaras. Até porque, a principal característica dessa nova variante é se concentrar no trato respiratório superior. Nesse caso, a máscara mais recomendada tem sido do tipo PFF2 ou N95.

Além disso, a higienização das mãos com álcool em gel, o distanciamento social e manter locais ventilados continuam a ser medidas indispensáveis.

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IMEB: sua saúde em primeiro lugar!

Como vimos no artigo, a variante ômicron já é responsável pela maioria dos casos de Covid-19 no Brasil. E, apesar dos sintomas apresentados por quem é infectado por ela ser mais brando em pacientes vacinados, sua capacidade de transmissão é extremamente alta.

Por isso, esse não é o momento de relaxar nas medidas preventivas. A utilização da máscara deve ser mantida e até mesmo intensificada – já que a ômicron tem maior concentração no trato respiratório superior – e o uso de álcool em gel e distanciamento social precisam continuar fazendo parte da nossa rotina.

Aqui no IMEB, nossa principal preocupação é com a sua saúde. Por isso, prezamos por levar até você conteúdos gratuitos e de qualidade. Afinal, a informação correta também é uma arma importante no combate à pandemia.

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Por: Dr. Renato Barra / Categoria: Blog Coronavírus

9 de fevereiro de 2022

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