A baixa imunidade: 10 sinais de alerta

10 sinais de alerta para a baixa IMUNIDADE

O sistema imunológico humano do nosso corpo, é constituído por células especiais, proteínas, tecidos e órgãos e defendem-nos contra os germes e microrganismos todos os dias. Na maioria dos casos, o sistema imunitário faz um ótimo trabalho a manter as pessoas saudáveis e na prevenção de infecções. Mas, às vezes os problemas com o sistema imunológico pode levar a doenças e infecções.

O sistema imunológico (também conhecido como sistema imunitário) é a defesa do organismo contra organismos infecciosos e outros invasores. Através de uma série de passos, o sistema imunitário ataca organismos e substâncias que invadem o corpo e causam a doença.

Unhas fracas, queda de cabelo, cansaço, problemas de pele… Se você apresenta um ou mais desses problemas, deve imaginar que está com a imunidade baixa, certo? Na verdade, não é tão simples assim. Sinais como esses podem ser muito vagos, já que podem significar uma infinidade de complicações, doenças e até fatores genéticos, que pouco têm a ver com uma imunodeficiência.

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A médica imunologista Elisabete Blanc, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, conta que a baixa imunidade pode ser de causa primária, ou seja, quando a pessoa já nasce predisposta pela genética. “Por outro lado, pessoas que são saudáveis, em um dado momento da vida, podem se expor a situações que levem à dificuldade do organismo em manter um equilíbrio imunológico”, completa.

Exemplos dessas situações vão desde maus hábitos a tipos específicos de tratamentos: uso de medicamentos que suprimem a imunidade, exposição à radiação, quimioterapia, má alimentação, uso de drogas, consumo de álcool, excesso de exercício físico, estresse prolongado, doenças que levam a uma grande perda de proteínas – substâncias que são “a matéria prima dos anticorpos”, como explica Elisabete -, doenças crônicas, deficiências de vitaminas, falta de repouso adequado, entre muitos outros fatores.

De olho nas doenças mais persistentes
Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. “O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes. O exame clínico realizado pelo médico assistente, aliado à queixa e evolução de sintomas, são orientadores na solicitação de exames”, completa.

É mais fácil, portanto, perceber que o sistema imunológico está pedindo ajuda quando há repetições de várias complicações no organismo, que demoram a ir embora. “A diminuição da resistência orgânica cria condições para o desenvolvimento frequente de doenças”, conta Fernando. Se a pessoa apresentar um mesmo problema – ou mais de um – diversas vezes, deve procurar um profissional.

A lista dos sinais alarmantes
Ainda assim, não é tão simples a detecção, uma vez que repetir demais uma complicação não é certeza de uma queda na imunidade. Um indivíduo pode ter as unhas fracas durante meses, por exemplo, mas isso pode ser apenas consequência de má higiene ou falta de alguns nutrientes na alimentação.

Por isso, vale ficar mais atento aos sintomas decorrentes de doenças que são mais comuns quando as defesas do organismo estão frágeis. Confira exemplos dados pelo clínico geral Fernando Manna e a imunologista Elisabete Blanc:

Boca: herpes, amigdalite e estomatite

Pele: infecções recorrentes, abscessos, doenças gerais causadas por fungos, vírus e bactérias

Ouvido: otites

Região genital: herpes

Sistema respiratório: gripes e resfriados

A percepção da imunodeficiência fica ainda mais clara com a lista da Fundação Jeffery Modell e a Cruz Vermelha Americana, elaborada para guiar médicos e profissionais no diagnóstico de pacientes. Elisabete explica que, ao apresentar um ou mais desses itens abaixo, a pessoa já deve ser investigada.

Prevenção para a baixa imunidade

Para aumentar a imunidade, devemos ingerir os nutrientes específicos para a manutenção da nossa saúde. Os nutrientes necessários para o aumento da imunidade são encontrados em alimentos que possuem a vitamina C e o zinco, além de outros nutrientes como as vitaminas do complexo B e minerais, que aumentam a absorção do sistema metabólico.

Esses nutrientes podem ser retirados dos alimentos como as frutas, as verduras, os legumes, os grãos, as carnes, os ovos, os peixes, as aves e os laticínios em geral ou ainda em alguns casos mais graves, por meio de medicamentos e suplementos.

Sendo assim, você já pensou em mudar os seus hábitos alimentares e colorir as receitas e pratos do seu cotidiano?

A alimentação é muito importante para deixar de lado as gripes e os resfriados que podem aparecer nas horas mais indesejáveis, como a tal reunião importante com empresários estrangeiros, a avaliação que garante a vaga de uma promoção, o dia da prova da faculdade, entre outros. Lembre-se da Lei de Murphy e se previna!

É importante salientar que aconselhamos a alteração de hábitos alimentares com a ingestão de alimentos frescos e orgânicos, para um melhor aumento da imunidade protegendo o nosso organismo de agentes nocivos a nossa saúde.

Por: Dr. Renato Barra / Categoria: Destaque Notícias

21 de dezembro de 2016

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