Infectologistas esclarecem que vacina da gripe não provoca gripe

Muitas dúvidas ainda surgem em relação a essa vacina. Ela é segura? Todo mundo pode tomar? É verdade que quem tomou a vacina pode ter gripe? E quem está no grupo de risco? 

Nessa primeira etapa, os profissionais específicos serão imunizados. A partir do dia 17 de abril a vacinação será para professores, grupos de risco e toda a população em geral.

Os infectologistas reforçam que a vacina da gripe não dá gripe. Ela é feita a partir de um pedaço do vírus que é o antígeno. Não existe material genético do vírus dentro da vacina. Ela leva uma média de duas a três semanas para fazer efeito. Se você estiver com febre, o ideal é esperar. Já o antibiótico deve ser conversando com o médico. A vacina também deve ser tomada todos os anos.

Além da vacina, outros cuidados são importantes para evitar a gripe: lave as mães com frequência; ventile os ambientes; quando tossir, tape a boca com o antebraço e não com a mão; tome mais água que o habitual, coma saudável, durma bem e pratique esportes.

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Prevenção

 A coordenadora do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Carla Domingues, fez um alerta à população para que não se vacine em cima da hora. “Muitas vezes, as pessoas só buscam a vacina quando há registro de um número elevado de casos. Por isso, é importante que todos os grupos definidos busquem esta proteção dentro do prazo”, explica.

“É preciso que todos estejam devidamente protegidos antes do inverno chegar, já que a vacina precisa de 15 dias para garantir o efeito”, diz.

É importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe – especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações – devem procurar, imediatamente, o médico.

Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Dados de 2016

 Até 1º de abril, foram registrados 276 casos de influenza em todo o país e 48 mortes. Do total, 21 foram por H1N1, sendo que seis evoluíram para óbito. Em todo o ano passado, o Ministério da Saúde registrou 12.174 casos de influenza de todos os tipos no Brasil.

Deste total, 10.625 foram por influenza A (H1N1), sendo 1.987 óbitos. O Brasil possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

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