Ressonância com ou sem contraste: conheça as diferenças! - IMEB

Ressonância com ou sem contraste: conheça as diferenças!

O uso de contraste em exames de imagem, como a ressonância, costuma gerar muitas dúvidas em pacientes que vão realizar esse tipo de procedimento. Entre as questões mais importantes, estão as diferenças entre a ressonância com ou sem contraste.

A função dessa substância é deixar mais visíveis, no resultado do exame, as áreas saudáveis e aquelas que apresentam alteração, podendo indicar assim possíveis patologias e aumentando a precisão do diagnóstico médico.

Neste artigo, vamos entender as diferenças entre a ressonância com ou sem contraste e em quais situações cada uma delas é indicada.

Acompanhe!

Qual a função do contraste em exames de imagem?

O contraste é uma substância utilizada em exames de imagem e tem a função de melhorar a visualização de áreas do corpo que não aparecem muito nítidas em imagens radiológicas. 

Exames, como a ressonância magnética, formam imagens e diferenciam áreas do corpo de acordo com a rigidez do tecido analisado. Algumas partes do corpo, no entanto, como rins, estômago e vasos sanguíneos, não têm densidade suficiente para aparecerem de forma nítida nos resultados dos exames, mostrando-se mais escuras e indefinidas nas imagens.

A presença do contraste nessas regiões, no entanto, faz com que elas sejam visualizadas com maior destaque. 

Na grande maioria das vezes, a administração do contraste é feita principalmente por via intravenosa.

Ressonância com ou sem contraste: conheça as diferenças!

Qual a diferença entre tomografia e ressonância? Veja neste artigo do nosso blog!

Tipos de contraste

Existem 3 tipos de contraste, utilizados conforme a estrutura que será avaliada e classificados com base em sua absorção e composição química.

  • O contraste iodado auxilia na avaliação de órgãos do sistema digestivo, urinário, vasos sanguíneos e útero.
  • Já o sulfato de bário é indicado para avaliar estruturas do tubo digestivo.
  • O gadolínio avalia estruturas vasculares, além de ser útil na identificação de tumores e infecções. Justamente por ser eficaz na identificação de tumores, lesões e infecções, o gadolínio é o tipo de contraste utilizado na ressonância magnética.

Você sabe quais as diferenças entre uma ressonância e uma ecografia e quando cada uma é indicada? Essas e outras dúvidas você esclarecer neste artigo!

Quando é indicada a ressonância sem contraste?

Apesar de normalmente ser feita com contraste, por gerar imagens de alta definição e ricas em detalhes, a ressonância nem sempre precisa ser feita com a utilização da substância.

Isso acontece quando não é necessário diferenciar áreas do corpo afetadas por alguma patologia de áreas saudáveis. Um exemplo da utilização de ressonância sem contraste é em exames ortopédicos (dos ossos, por exemplo), já que a ressonância magnética normal já é o suficiente para a avaliação e o diagnóstico do médico.

Pacientes com algum tipo de contraindicação para uso de contraste também podem, de acordo com as orientações médicas, realizar o procedimento sem uso da substância. 

Apesar de o gadolínio ter baixo risco de reações adversas, seu uso não é indicado para pacientes com:

  • Insuficiência renal grave: o gadolínio é eliminado pela urina após algumas horas. Quando o paciente apresenta disfunções nos rins, a eliminação do contraste pode ficar mais demorada, sendo indicado evitar seu uso.
  • Gestantes: como ainda não há estudos conclusivos sobre a segurança do contraste de gadolínio nos bebês, durante a gestação, também costuma-se contraindicar seu uso nesse momento.

Ressonância magnética: veja neste artigo 8 dúvidas comuns sobre o exame!

Quando é indicada a ressonância com contraste?

A ressonância magnética com contraste é indicada para o diagnóstico de diversas patologias que poderiam ter um diagnóstico impreciso sem o uso da substância, como nos casos de tumores, doenças neurológicas, entre outras.

Tumores pequenos e em certos órgãos, por exemplo, ganham destaque e aparecem de forma mais clara com o uso de contraste.

Entre as principais doenças que podem ser diagnosticadas com a ressonância magnética com contraste, estão:

  • Tumores;
  • AVC (Acidente Vascular Cerebral);
  • Infecções em áreas específicas;
  • Doença de Alzheimer;
  • Esclerose múltipla;
  • Aneurismas;
  • Coágulos;
  • Microcalcificações;
  • Doenças arteriais ou nas veias, como isquemia (diminuição no fluxo sanguíneo).

Neste último caso, por exemplo, o contraste na ressonância magnética serve para identificar malformações, obstruções e até a potência da circulação sanguínea.

Além dessas indicações, a utilização da ressonância magnética com contraste também é importante para diferenciar um tumor maligno de um benigno.

Descubra, neste artigo, como são feitas as ressonâncias com contraste e qual o preparo necessário!

Como é feita a ressonância com contraste

Inicialmente, o paciente preenche (ou responde a) um questionário sobre as suas condições de saúde e assina, inclusive concordando com o uso do contraste.

Antes de entrar na sala, para realizar a ressonância com contraste, é preciso retirar objetos metálicos, como brincos e pulseiras. Isso porque o aparelho de ressonância funciona como um ímã, e o campo magnético atrai esses objetos.

Para realização do exame, o paciente é posicionado deitado na maca do aparelho de ressonância magnética e recebe orientações gerais sobre o exame e o uso do contraste, como permanecer imóvel durante a captação das imagens, para não prejudicar os resultados.

Depois, é feito o acesso venoso no paciente, para posterior aplicação do contraste.

A partir disso, é gerado um campo magnético para colher, primeiramente, as imagens sem contraste e, só depois, a partir da orientação médica, aplica-se o contraste via intravenosa para captar imagens mais nítidas.

Com o exame finalizado, o paciente é liberado para retornar às suas atividades cotidianas, sem restrições, apenas com a orientação de consumir bastante água para eliminar mais rapidamente a substância.

Manter uma alimentação saudável ajuda a prevenir diversos tipos de doenças, inclusive o câncer. Saiba por que neste artigo!

A inteligência artificial nas ressonâncias do IMEB!

Buscando oferecer aos seus pacientes cada vez mais conforto, comodidade e segurança em exames de imagem, o IMEB oferece agora, em duas de suas unidades – Crispim e Vitrium – a inovadora tecnologia Deep Learning em seus exames de ressonância magnética.

Trata-se do uso de algoritmos de inteligência artificial no software que interpreta e reconstrói as imagens captadas, trazendo mais agilidade e precisão.

Essa tecnologia traz mais conforto para pacientes com dificuldade em permanecer em ambientes fechados, que apresentem movimentos involuntários, dores musculares, problemas na coluna, obesidade ou com próteses metálicas.

Esse novo protocolo também agiliza o processamento e aumenta a precisão das imagens. Ou seja, sua ressonância magnética será mais confortável, mais precisa e em menos tempo.

Para saber mais detalhes, confira este vídeo em que nossa engenheira clínica, Cláudia Martins, explica essa nova tecnologia.

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Para exames de imagem, IMEB!

Como vimos no artigo, o uso de contraste no exame de ressonância é fundamental para diagnosticar doenças que não aparecem com clareza em exames convencionais. E o gadolínio, tipo de contraste utilizado na ressonância, tem risco muito baixo de produzir reações alérgicas ou efeitos colaterais.

Ainda assim, é possível fazer o exame sem a utilização da substância, principalmente quando a área do corpo analisada é mais densa, como em exames ortopédicos.

O IMEB é referência no Centro-Oeste em exames de diagnóstico por imagem, como ressonância magnética com ou sem contraste. Nossa estrutura moderna e nosso time experiente e atencioso cumprem o único objetivo que importa: cuidar de você!

Caso você esteja em Brasília ou no Entorno e tenha exames de imagem solicitados, entre em contato com nossa equipe e agende seu exame agora mesmo!

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Por: Dr. Renato Barra / Categoria: Ressonância

4 de fevereiro de 2022

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