Ressonância Magnética com Contraste: esclareça suas dúvidas! | IMEB

Ressonância Magnética com Contraste: esclareça suas dúvidas!

Ressonância Magnética com Contraste

Não precisa ter receio ou ficar com medo de realizar o exame. A ressonância magnética com contraste é considerada um exame seguro, que não utiliza radiação e raramente causa alergias ou efeitos colaterais graves.

Para que fique mais tranquilo sobre o exame, preparamos este artigo especialmente para esclarecer as suas principais dúvidas. 

Continue acompanhando e saiba mais detalhes sobre a ressonância magnética com contraste!

Qual a diferença da Ressonância com contraste ou sem contraste?

A principal diferença é que, na ressonância com contraste, a substância é aplicada para tornar mais visível os resultados do exame, favorecendo um diagnóstico mais preciso. Já na ressonância sem contraste, os resultados são mais escuros e pouco nítidos, o que faz a diferença no diagnóstico, dependendo da patologia.

De qualquer forma, a necessidade de uso ou não do contraste varia de acordo com cada caso.

O contraste costuma ser indicado, por exemplo, para pacientes com suspeita de câncer ou doenças neurológicas, pois são patologias localizadas em partes moles do corpo (órgãos).

Nesses casos, para um diagnóstico preciso dessas doenças, é preciso que haja uma diferenciação maior entre os órgãos, vasos sanguíneos e outras áreas do corpo, possível graças à aplicação do contraste.

Essa aplicação ajuda a analisar melhor o tamanho e as características de um tumor, por exemplo.

Já em outros casos, como pacientes com algum problema ortopédico, o contraste não costuma ser utilizado, já que a ressonância magnética normal já é o suficiente para a avaliação e o diagnóstico do médico.

Além disso, vale destacar que o uso do contraste não altera o tempo médio de realização da ressonância magnética.

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Para que serve a Ressonância Magnética com contraste

A ressonância magnética com contraste serve para, principalmente, diagnosticar tumores e patologias que não aparecem em um exame tradicional (ou, pelo menos, não com a qualidade necessária para um diagnóstico preciso), como é o caso de tumores pequenos, por exemplo.

Por isso, é um exame muito importante para o diagnóstico precoce de muitos males.

As principais doenças que a ressonância magnética com contraste é indicada para diagnosticar são:

  • Tumores;
  • AVC (Acidente Vascular Cerebral);
  • Infecções em áreas específicas, como no cérebro;
  • Mal de Alzheimer;
  • Esclerose Múltipla (EM);
  • Aneurismas;
  • Coágulos;
  • Microcalcificações;
  • Doenças arteriais ou nas veias, como isquemia (diminuição no fluxo sanguíneo).

Neste último caso, por exemplo, o contraste na ressonância magnética serve para identificar malformações, obstruções e até direção e velocidade da circulação sanguínea.

Outro ponto sobre a utilização da ressonância magnética com contraste é que ela também serve para diferenciar um tumor maligno de um benigno.

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Como é feito Ressonância com contraste?

A aplicação de contraste na veia para ressonância magnética é a última etapa do exame. Primeiro, são realizadas imagens sem contraste e só depois a substância é aplicada, para que o médico possa comparar os resultados e facilitar o diagnóstico.

No processo geral, antes de entrar na sala do exame, o paciente preenche uma ficha com um questionário sobre as suas condições de saúde e concorda com o uso do contraste, assinando um documento com os possíveis efeitos colaterais (que são raros).

Depois, o paciente se dirige até a sala do exame, deita na maca do aparelho de ressonância magnética e recebe orientações gerais sobre o exame e o uso do contraste, como permanecer parado durante a captação das imagens, para não prejudicar os resultados.

Dadas as orientações, é inserido o cateter de acesso à veia para posterior aplicação do contraste (geralmente na veia da mão ou do braço) e o aparelho é ligado.

A partir disso, é gerado um campo magnético para colher as imagens sem contraste e, depois, a partir da orientação médica, aplica-se o contraste via intravenosa para captar imagens mais nítidas.

Com o exame finalizado, o equipamento é desligado e, geralmente, o paciente já é liberado para retornar às suas atividades cotidianas.

Muitos pacientes também têm dúvidas sobre o uso do contraste na Ressonância Magnética e na Tomografia Computadorizada. Clique aqui e saiba essa e mais diferenças entre os exames!

Contraindicações do exame

O exame de ressonância magnética com contraste é contraindicado para:

  • Pacientes que utilizam próteses ou implantes metálicos, como válvulas cardíacas, implantes auditivos, próteses dentárias, marca-passo cardíaco ou implante dentário, pois o campo magnético da ressonância pode atrair também esses dispositivos;
  • Pacientes com insuficiência renal, pois não conseguem eliminar o contraste pela urina, podendo acumular-se no sangue;
  • Gestantes, pois ainda não existem estudos suficientes para comprovar ou não o efeito do contraste nos bebês.

E no caso de mulheres que estão amamentando? Podem fazer ressonância magnética com contraste? O exame oferece algum risco para o bebê? Tire essas dúvidas neste outro artigo clicando aqui.

Tipos de contraste para Ressonância Magnética

Em geral, o contraste utilizado na ressonância magnética é o gadolínio, que não possui iodo.

No vídeo abaixo, o Dr. Renato, médico do IMEB, explica melhor sobre o gadolínio e esclarece se o uso desse tipo de contraste é seguro na ressonância magnética. Assista:

Preparo para Ressonância Magnética com contraste

Mesmo que seja um exame considerado seguro, alguns cuidados são necessários para a realização da ressonância magnética com contraste:

  • O paciente deve estar em jejum de seis horas, no mínimo;
  • Pessoas com histórico de alergias a medicamentos passam por preparo antialérgico;
  • É necessário tirar qualquer objeto metálico para realizar o exame.

No caso de pacientes com histórico de alergias, independente do medicamento, o preparo antialérgico é feito como uma medida de precaução, para minimizar quaisquer efeitos que o contraste possa causar.

Já com relação à obrigatoriedade de retirar objetos metálicos, isso é necessário pois o aparelho de ressonância magnética funciona como um grande imã, que pode atrair esses objetos durante a realização do exame.

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Atenção: Ressonância Magnética com contraste do crânio

Um dos tipos do exame que mais costuma gerar dúvidas é a ressonância magnética com contraste do crânio, principalmente pela região avaliada pelo exame.

Em geral, não se costuma utilizar contraste para realizar a ressonância nessa região. Porém, para uma melhor visualização de estruturas do crânio e o diagnóstico de males específicos como tumores e inflamações, o contraste pode ser necessário, de acordo com a avaliação do neurologista.

Nesses casos, os resultados do exame com contraste são utilizados como complementares à ressonância tradicional, sem a substância, para avaliar o comportamento vascular do crânio.

Saiba mais sobre o exame de Ressonância Magnética do Crânio clicando aqui.

Dúvidas comuns sobre o contraste da ressonância magnética: esclareça e fique mais seguro sobre o exame!

– Quais os efeitos colaterais do contraste?

Entre os possíveis efeitos colaterais estão, principalmente, indisposição e mal estar no momento de realização do exame, além de coceira e vermelhidão. Porém, o percentual de reações alérgicas na ressonância magnética com contraste é baixo, representando apenas 2% dos casos.

Isso se deve, principalmente, ao tipo de contraste utilizado na ressonância (gadolínio), que não possui iodo, que é o componente que costuma causar mais alergias.

– Quanto tempo demora para eliminar o contraste do organismo?

Em geral, o contraste costuma ser eliminado pela urina em, no máximo, 24h após a realização do exame.

– O que o contraste faz?

O contraste é uma substância que age no nosso corpo diferenciando as estruturas do organismo, para facilitar com que o médico visualize melhor nos resultados as alterações ou anomalias que são sinais de certos males, como lesões ou tumores, por exemplo.

– Qual a importância dos meios de contraste?

Os meios de contraste servem para deixar mais explícito no resultado do exame quais são as regiões saudáveis do organismo e quais aquelas que apresentam alguma alteração fora do comum, sendo indicativos de patologias, o que aumenta a precisão do diagnóstico.

Sem o contraste, a imagem do resultado pode não ficar nítida o suficiente para que o médico possa avaliar com segurança do diagnóstico, a depender da patologia suspeita.

Esperamos que este conteúdo tenha te ajudado a ficar mais seguro para a realização da ressonância magnética com contraste. Se você ainda estiver receoso sobre o exame, leia também este outro artigo e confira as dicas especiais que damos para essa questão: Como lidar com o medo de doenças e exames?

Leia também: O que considerar para obter confiança em um diagnóstico?

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