Mamografia dói? Conheça a tecnologia que possibilita uma nova experiência

ge healthcare brasil paciente usando pristina

O exame da mamografia para identificação precoce de tumores do câncer de mama é um procedimento conhecido por ser bastante doloroso e desconfortável para as pacientes. É realizado da seguinte forma: é necessário comprimir os seios enquanto a mulher fica encostada em um aparelho que a deixa em uma posição não muito agradável.

Pensando em um melhor conforto para as pacientes, muitos avanços têm sido feitos no diagnóstico de tumores mamários. É o caso do Senographe Pristina®, um mamógrafo que permite que a própria paciente controle a compressão nas suas mamas.

Continue lendo para saber como funciona o Pristina® e quais as vantagens de utilizá-lo no seu diagnóstico. Acompanhe!

Senographe Pristina®: a tecnologia que possibilita uma nova experiência

Lançado em 2017 pela empresa americana GE Healthcare, o mamógrafo Senographe Pristina® traz um método inovador no exame de mamografia: a possibilidade da própria paciente fazer a compressão das suas mamas. Por meio de um controle remoto sem fio, a paciente comanda o procedimento de compressão de acordo com a supervisão e instrução do médico.

A razão para adotar esse novo método no exame é que a paciente se sente mais confortável e no controle do procedimento. A constatação veio depois do primeiro teste do aparelho, realizado na França pelo Centre de Sénologie et d’Echografie.

O estudo, feito com 100 pacientes, observou que 88% delas se sentiram mais confortáveis e com autonomia durante o exame, fazendo com que se sentissem seguras para comprimir ainda mais os seios (25% a mais em relação a compressão feita quando o exame é conduzido por um profissional). E vale ressaltar: uma boa compressão possibilita uma imagem de melhor qualidade e, assim, um melhor rastreio nas mamas.

Porém, a possibilidade da paciente poder controlar a compressão dos seios não é a única novidade do mamógrafo Pristina®. Continue lendo para saber mais sobre como funciona o Pristina®.

O Pristina® oferece mais conforto para a paciente, e mais eficácia no diagnóstico

Senographe Pristina® (Foto: GE Healthcare Brasil)

O Pristina® foi desenvolvido para reduzir a ansiedade da paciente logo ao entrar na sala para começar o procedimento. O mamógrafo possui formas arredondadas, elegantes e com uma iluminação suave. Foi projetado para trazer a sensação de tranquilidade, calma e conforto. O formato do detector é arredondado e mais fino, tornando-o confortável para todas as mulheres, independente do biotipo.

As pacientes também podem se apoiar no protetor de rosto, mesmo quando o Pristina® está em movimento para aquisição da chamada tomossíntese mamária, sem que isso interfira na qualidade do exame.

Já o descanso de braço foi substituído pelas alças de mão típicas e agora conta com um design feito de formas delicadas. Ao invés de tensionar os músculos para segurar a mão, as pacientes agora podem descansar confortavelmente o braço e relaxar os músculos, simplificando a compactação e a aquisição de imagens.

Quanto maior o conforto enquanto a paciente estiver naquela posição, menor será a incidência de erro na hora de captar as imagens. Isso porque pacientes ansiosas são mais propensas a movimentar e contrair os músculos, criando um desafio para o profissional posicioná-las adequadamente no mamógrafo.

Além do controle remoto e de um design renovado, o Pristina® também inova ao trazer a tecnologia 3D para uma aquisição de imagens mais precisa e eficiente.

O Pristina®, assim, é o resultado concreto da tomossíntese mamária: um avanço no exame de mamografia que aumenta em 12% as chances de identificação de cânceres em estágio inicial, bem como tumores em mamas mais densas e heterogêneas. É a tomossíntese que permite a visualização da mama de forma tridimensional (3D), fornecendo imagens de até 1mm de espessura em alta resolução.

Esse maior detalhamento, inclusive, permite uma melhor visualização das bordas das lesões mamárias, essencial para que o especialista identifique se o tumor é benigno ou maligno. Ou seja, a definição do tumor é mais precisa com o maior detalhamento que a tomossíntese traz, e ainda permite que o especialista solicite exames complementares mais precisos, como a mamotomia.

O mamógrafo Pristina®, ainda por meio do avanço trazido com a tomossíntese mamária, também evita que os tumores sejam confundidos com a sobreposição de estruturas glandulares, que podem provocar falsos positivos no diagnóstico. Na prática, isso reduz a necessidade de fazer exames adicionais.

Mamografia dói?

É certo que o desconforto sentido pelas mulheres durante o exame de mamografia é um dos principais motivos de muitas mulheres não quererem realizá-lo.

Segundo um levantamento feito em 2019 pela Funcional Health Tech — empresa especializada em inteligência de dados de saúde e que considerou um universo de dados de 1 milhão de mulheres — cerca de 35,8% delas, a partir de seus 40 anos, não realizaram o exame de mamografia em 2017. Trata-se de uma porcentagem bastante significativa e que revela que milhares de mulheres no Brasil ainda não passaram por um acompanhamento mais preciso da saúde das suas mamas.

Então o que precisamos esclarecer é que, sim, o exame de mamografia dói, mas que ele é essencial para uma avaliação completa das suas mamas. A dor também é variável de paciente para paciente, mas todas que já tiveram uma experiência com o Pristina®, relataram satisfação com o procedimento.

Leia também: Quem deve fazer o exame de mamografia?

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