Exame de câncer de próstata: livre-se do preconceito!

Mesmo com muitas campanhas de divulgação sobre a prevenção do câncer de próstata, o preconceito em relação ao exame, capaz de diagnosticar a doença precocemente e salvar vidas, ainda é muito grande por parte dos pacientes.

Quanto mais cedo for descoberto o câncer de próstata, maior a possibilidade de cura. Simples assim. Para evitar que cada vez mais homens passem por riscos desnecessários, é importante esclarecer que são dois os principais exames para detecção precoce da doença.

Um deles é o PSA, que nada mais é que um simples exame de sangue. O segundo é o toque retal, ambos imprescindíveis para o diagnóstico. O toque retal – no qual o médico introduz um dedo no ânus do paciente com luva devidamente lubrificada – é o que faz uma grande parte dos homens evitar a consulta ao urologista e a realização do exame, que é rápido e indolor.

Câncer de próstata: motivos que levam ao preconceito

O preconceito em relação ao exame de toque é cultural e costuma ter como base principal a relação que se faz da região anal com a sexualidade.

A fim de “preservar sua imagem” ou por mero constrangimento, muitos homens se recusam a fazer o exame de toque retal, algumas vezes até sabendo do risco que correm de ter um câncer de próstata.

Há ainda muitos pacientes que associam a própria doença a preconceitos infundados de que, obrigatoriamente, quem tem câncer de próstata terá disfunção erétil, condição também muito relacionada a um prejuízo da masculinidade.

Campanhas de prevenção

Contra esse preconceito, muito tem sido feito. A campanha Novembro Azul tem como principal objetivo a conscientização sobre a prevenção do câncer de próstata, semelhante ao que ocorre com o câncer de mama por meio do chamado Outubro Rosa. As cores de ambas é uma alusão à representação dos sexos masculino e feminino.

Essas divulgações em massa visam chamar a atenção do público para essas doenças e informar o que as pessoas devem fazer para se prevenir. Sem dúvida contribuem para quebrar tabus e desmistificar preconceitos. Para ter uma ideia da importância da prevenção, vale lembrar que a cada 40 minutos um homem morre no Brasil, vítima do câncer de próstata.

Com os esclarecimentos dessas campanhas de prevenção, espera-se que cada vez mais homens livrem-se do preconceito e realizem os exames, descobrindo precocemente a doença e sendo tratados e curados sem maiores consequências. Agindo assim, eles servem de exemplo motivador para outros, não é mesmo?

Os riscos da não realização dos exames

O avanço da idade nos homens faz com que a próstata vá crescendo e muitas vezes de forma imperceptível. Com isso, o homem só perceberia uma anormalidade quando os sintomas já forem muito desagradáveis, envolvendo ardor, incontinência urinária e dor.

O crescimento da próstata, na maioria da vezes, representa um tumor benigno. Mas o seu crescimento pode levar ao descontrole dos rins, o que piora a situação. Somente o exame de toque pode determinar o tamanho e a exatidão do diagnóstico. Daí a importância de realizar o exame de forma regular, preferencialmente uma vez por ano após os 40 anos.

Quanto mais adiantada estiver a doença, mais agressivo será o tratamento e com piores efeitos colaterais. No caso de ser necessária a cirurgia, ela pode afetar diretamente a função erétil.  

Quando a doença alcança um estágio avançado por não ter sido tratada, aumentam muito os riscos de metástase, que é a migração por via sanguínea ou linfática para outros órgãos do organismo. Nesses casos, as chances de cura são de 10%. Já quando detectados na fase inicial, os tumores não costumam apresentar metástase e a probabilidade de cura é de até 90%.

Para saber mais sobre esta doença, leia nosso ebook: Tudo sobre Câncer de Próstata!

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