Densitometria óssea: o que é e para que serve o exame?

Como em outras doenças ou disfunções em algum órgão do corpo humano, quanto mais cedo é detectado o problema, mais fácil fica o tratamento aumentando as chances de obter bons resultados. Assim é com a osteoporose, uma doença crônica e sistêmica, cujo exame ideal para detectar sua presença é a densitometria óssea. Saiba mais sobre o exame neste artigo!

Para que serve a densitometria óssea?

A densitometria óssea pode detectar tanto a osteopenia, quanto a osteoporose. O exame aponta o grau de redução da massa óssea de forma precoce e precisa. Por meio de um aparelho que utiliza a técnica de DXA, é possível avaliar a densidade mineral dos ossos.

Os órgãos avaliados por este exame incluem a coluna lombar, a região próxima ao fêmur e o terço distal do rádio, que são as principais regiões sujeitas ao risco de fraturas em caso de quedas.

Os aparelhos são sofisticados e o exame dura cerca de 5 minutos, apresentando resultados detalhados e com a vantagem de expor o paciente a um nível de radiação bem baixo.

Pessoas com antecedentes, mesmo que abaixo de 65 anos nas mulheres e 70 anos nos homens, devem realizar o exame de densitometria óssea, se apresentarem alguns dos sinais abaixo:

  • Medições que aumentam o risco de osteoporose;
  • Índice de Massa Corporal menor que 18,5 kg/m² (peso baixo);
  • Fratura prévia;
  • Doenças que aumentam o risco de osteoporose;
  • Osteoporose já diagnosticada anteriormente.

O exame também é indicado para crianças quando há o objetivo de acompanhar o crescimento. Em crianças e adolescentes de até 20 anos, geralmente as regiões analisadas são a coluna, as mãos e os punhos, facilitando a comparação com a massa óssea de indivíduos da mesma idade.

Densitometria óssea: cuidados e preparação

Como em outros exames radiológicos, mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez devem evitar a densitometria óssea por causa da radiação. Igualmente pessoas que fizeram algum exame com contraste de iodo ou bário. Para essas, a recomendação é esperar de uma a duas semanas para eliminação desses elementos do corpo.

Da mesma forma que somente o médico deve fazer a prescrição da densitometria óssea, é ele também o profissional indicado para avaliar as condições necessárias para a realização do exame.

Considerado um exame simples, a densitometria óssea demanda um preparo muito simples, resumindo-se à retirada de objetos como roupas que contenham botões, fivelas de metal, jóias e até mesmo sutiãs com fecho metálico. Também não se deve tomar suplementos de cálcio. A falta desses cuidados podem, eventualmente, apresentar alterações no exame.

Como é feito o exame

Geralmente, a densitometria óssea pode ser feita por um técnico em radiografia. Ele pede para o paciente deitar-se no aparelho, sobre uma mesa acolchoada, e posiciona as pernas em um suporte de esponja, ajustando a pelve e a coluna vertebral do paciente. O laser do aparelho passa em ziguezague sobre os órgãos a serem analisados, digitalizando ossos e medindo a quantidade de radiação que eles absorvem.

Vale lembrar que outros exames também podem detectar a perda óssea, como o raio-X, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética. Mas analisando a relação custo-benefício, a densitometria ainda é mais vantajosa, por ser mais rápida e simples.

Entendendo a osteoporose

O conjunto de ossos do organismo sustenta o corpo. Quando eles se enfraquecem, causam quedas e outras lesões. Por isso é muito importante se precaver e tratar a osteoporose fazendo exames regularmente.

Na presença da osteoporose, o organismo deixa de produzir cálcio, principal elemento dos ossos. A osteopenia se refere ao estágio inicial da osteoporose, em que a perda da massa óssea ainda não apresenta porosidade. Na maioria dos casos, a osteoporose se manifesta em mulheres com mais de 65 anos.

O envelhecimento também traz a preocupação com outras doenças. Então, confira também 3 Dicas para prevenir o Câncer.

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